Neste trabalho, Paulo Dias analisa como os periódicos eletrônicos anticapitalistas constituem em espaços auto-reflexivos de formação e potencial reorganização dos trabalhadores nos novos processos de luta. A partir da análise da lei do valor, do caráter político do valor de uso e da tecnologia, e da análise política da divisão do trabalho, Dias destaca como as redes de computadores, enquanto condição geral de produção do capital, são terreno de luta entre a imposição do trabalho como consumo produtivo e a auto-apropriação tecnológica pelos trabalhadores. Porém, desmistifica o fetichismo da internet e das redes, demonstrando que os processos formativos e de luta social ainda estão enraizados na organização presencial de bases dos trabalhadores, terreno da recomposição política do proletariado. As redes seriam, assim, mera expressão das relações sociais.
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